Quem sou eu

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PATROCÍNIO, MG, Brazil
SOU MEIGA PURA E SINCERA... Vai se entregar pra mim Como a primeira vez Vai delirar de amor Sentir o meu calor Vai me pertencer Sou pássaro de fogo Que canta ao teu ouvido Vou ganhar esse jogo, Te amando feito um louco Quero teu amor bandido Minha alma viajante, coração independente Por você corre perigo To afim dos teus segredos De tirar o teu sossego Ser bem mais que um amigo Não diga que não Não negue a você Um novo amor Uma nova paixão

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012


                                    VC ME FEZ SORRIR NA HORA QUE EU ESTAVA TRIISTE
                                    VC ME FEZ CHORAR NA HORA QUE FALOU QUE IA PARTII
                                                                   *SAUDAADES  ETERNA*

terça-feira, 31 de maio de 2011

Pequenas Exigências
Quero gestos explícitos de carinho
Quero declarações gritadas em alto e bom som
Quero serenatas na janela ao anoitecer
Quero amor brega e cafona... Como tem que ser.

Quero sexo noturno, vespertino e matutino
Quero café da manhã abraçadinho
Quero respeito, confiança e cumplicidade
Quero ter propriedade e ser prioridade.

Quero borboletas no estômago
Quero calafrio, delírio e excitação
Quero bem-me-quer, só-me-quer
Quero cafuné e água morna pro pé.

Quero olhos brilhantes, ofuscantes
Quero buquê de flores colhidas a mão
Quero visitas inesperadas
Quero fantasias realizadas.

Quero um príncipe e um cavalo branco
Quero meu conto de fadas particular
Quero amar no mar... Sem sentir a maresia
Quero verso e prosa... Tudo em poesia.

Quero viver e morrer de amor
E [como disse Vanessa da Mata]
Quero beijos até que os olhos mudem de cor
E se não puder ser assim? Nem quero!
Feliz e Apaixonada!
'É o cheio e o vazio conjugados num só sob a forma de angústia e prazer envolvidos entre o sonho e a realidade. É sonhar acordada e desejar intensamente a presença do ser amado, é a entrega inconsciente do corpo e da alma, do que há de mais profundo em nós. É o render do nosso ser a outro ser. São borboletas na barriga, fogo no coração e um vazio na cabeça. São atos irracionais puramente instintivos que possam satisfazer a nossa vontade numa fração de segundos. O desejo profundo. O querer. A Vida!'


'Defenda a sua palavra. A vida não vale nada
se você não tem uma boa história pra contar.'

Sou pessoa de dentro pra fora. Minha beleza está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos, tenho sonhos a serem realizados, mas eles não são prioridades na minha vida. Vivo no presente, o futuro não me pertence! Estou aqui é pra viver, cair, aprender, levantar e seguir em frente. Sou isso hoje... Amanhã, já me reinventei. Reinvento-me sempre que a vida pede um pouco mais de mim. Sou complexa, tolerante, sensata, desconfiada, sou uma mistura, sou mulher com jeito de menina... E vice-versa. Me perco, me procuro e me acho. E quando necessário, enlouqueço e deixo rolar... Não me dôo pela metade, não sou tua meio amiga, nem teu quase amor. Ou sou tudo ou sou nada. Não suporto meio termos. Meus pensamentos me levam além. Sou boba, mas não sou burra. Impaciente e indecisa. Ingênua, mas não santa. Tenho opinião formada, se quiser aceitá-las tudo bem! Sou pessoa de riso fácil... e choro também! Críticas não me destroem, ao contrário me fazem enxergar e repensar minhas atitudes. Não posso falar quem sou usando apenas uma palavra, nem mesmo uma única frase, as palavras que expressam quem sou não cabem neste espaço!!! Não sou nada, mas ao mesmo tempo sou um monte de coisas. Sou um pouco de alegria misturada com tristezas. Sou um pouco de dor. Um pouco de solidão. Sou um pouco do que os meus amigos me ensinaram a ser. O pouco do que o meus inimigos me fizeram aprender. Um pouco da minha família. Um pouco de religião. Ódio. Amor. Paixão. Sou um pedaço de mágoa e uma medida de perdão. Sou muito coração. Apaixonada ao extremo, ciumenta também. Sou uma pessoa comum como qualquer outra, mas com personalidade própria. Simples, me adapto em qualquer habitat. Mostro meu sorriso quando é preciso sorrir. Mas, também choro nos momentos em que precisar. "É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo". E também sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar. Portanto, não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. "Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Odeio mentiras. Não sei voar de pés no chão." Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre .... Estou sempre me reinventando!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Contos, Fábulas e Histórias Infantis

Os três Porquinhos

 
Numa bonita casa de campo viviam 3 porquinhos:
 
Prático, Heitor e Cícero. Quando não iam à escola, ficavam a brincar felizes e despreocupados no campo.
 
Ao escurecer, voltavam cansados e satisfeitos.
 
Em casa esperava-os a sua avozinha, que lhes preparava grandes bolos com natas e morangos.
 
Um dia, Cícero, o menor, propôs:
 
Agora que já somos grandes, podemos construir uma casa só para nós e viver sozinhos! Cada um construirá a sua, a seu gosto.
 
Cícero não queria se cansar muito, pelo que considerou que bastariam uns tantos ramos e um pouco de palha entrançada para construir uma cabaninha fresca e confortável.

Heitor, pelo contrário, pensou que uma cabana de madeira seria suficientemente confortável e resistente e que não teria de trabalhar demasiado para construí-la.
 
Prático queria uma casinha como a da avozinha. Por isso, carregou o carrinho de mão várias vezes com tijolos e cimento e pôs-se a trabalhar com muito afinco.
 
- Assim estarei resguardado do lobo, que de vez em quando sai do bosque.
 
De fato, veio o lobo e bateu na casinha de palha: Truz! Truz! Truz!
 
- Quem é? – perguntou a avozinha do Cícero.
 
Um amigo... abre! - respondeu o lobo lambendo-se.
 
- Não! És o lobo mau e não te vou abrir a porta!
 
- Ai sim?! – Rosnou o lobo rangendo os dentes.
 
- Vê então como abro a tua porta! E de um sopro varreu a cabaninha fazendo rolar para bem longe o porquinho.
 
Enquanto Cícero escapava, o lobo foi bater à porta do Heitor:
 
- Abre, não te farei mal!
 
Heitor também não quis abrir, mas um par de sopros foram suficientes para destruir a sua casinha.
 
Muito esfomeado, o lobo bateu à porta da casa do Prático.
 
- Vai-te embora, lobão! – Respondeu-lhe o porquinho.
 
Desta vez, o lobo soprou e soprou muitas vezes, mas a casinha, construída com cimento e tijolos era demasiado sólida até para ele.
 
Por fim, o lobo mau ficou sem forças. Aborrecido, levantou o punho, ameaçando:
 - Por agora, deixo-te... mas depressa voltarei!
E vou-te comer de uma só vez.
 
Quando se fez noite o lobo voltou. Prático ouvi-o a trepar pelo algeroz para subir até ao telhado da casa.
 
Enquanto se metia pela chaminé, o lobo lambia-se já pensando no jantar à base de porquinho assado. Mas Prático, que tinha uma panela de sopa ao lume, atiçou a chama com toda a lenha que tinha.
 
O lobo já estava a meio caminho quando começou a cheirar a queimado: era a sua cauda que começava a chamuscar! Saiu pela chaminé e desapareceu uivando.