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SOU MEIGA PURA E SINCERA... Vai se entregar pra mim Como a primeira vez Vai delirar de amor Sentir o meu calor Vai me pertencer Sou pássaro de fogo Que canta ao teu ouvido Vou ganhar esse jogo, Te amando feito um louco Quero teu amor bandido Minha alma viajante, coração independente Por você corre perigo To afim dos teus segredos De tirar o teu sossego Ser bem mais que um amigo Não diga que não Não negue a você Um novo amor Uma nova paixão

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Contos, Fábulas e Histórias Infantis

Os três Porquinhos

 
Numa bonita casa de campo viviam 3 porquinhos:
 
Prático, Heitor e Cícero. Quando não iam à escola, ficavam a brincar felizes e despreocupados no campo.
 
Ao escurecer, voltavam cansados e satisfeitos.
 
Em casa esperava-os a sua avozinha, que lhes preparava grandes bolos com natas e morangos.
 
Um dia, Cícero, o menor, propôs:
 
Agora que já somos grandes, podemos construir uma casa só para nós e viver sozinhos! Cada um construirá a sua, a seu gosto.
 
Cícero não queria se cansar muito, pelo que considerou que bastariam uns tantos ramos e um pouco de palha entrançada para construir uma cabaninha fresca e confortável.

Heitor, pelo contrário, pensou que uma cabana de madeira seria suficientemente confortável e resistente e que não teria de trabalhar demasiado para construí-la.
 
Prático queria uma casinha como a da avozinha. Por isso, carregou o carrinho de mão várias vezes com tijolos e cimento e pôs-se a trabalhar com muito afinco.
 
- Assim estarei resguardado do lobo, que de vez em quando sai do bosque.
 
De fato, veio o lobo e bateu na casinha de palha: Truz! Truz! Truz!
 
- Quem é? – perguntou a avozinha do Cícero.
 
Um amigo... abre! - respondeu o lobo lambendo-se.
 
- Não! És o lobo mau e não te vou abrir a porta!
 
- Ai sim?! – Rosnou o lobo rangendo os dentes.
 
- Vê então como abro a tua porta! E de um sopro varreu a cabaninha fazendo rolar para bem longe o porquinho.
 
Enquanto Cícero escapava, o lobo foi bater à porta do Heitor:
 
- Abre, não te farei mal!
 
Heitor também não quis abrir, mas um par de sopros foram suficientes para destruir a sua casinha.
 
Muito esfomeado, o lobo bateu à porta da casa do Prático.
 
- Vai-te embora, lobão! – Respondeu-lhe o porquinho.
 
Desta vez, o lobo soprou e soprou muitas vezes, mas a casinha, construída com cimento e tijolos era demasiado sólida até para ele.
 
Por fim, o lobo mau ficou sem forças. Aborrecido, levantou o punho, ameaçando:
 - Por agora, deixo-te... mas depressa voltarei!
E vou-te comer de uma só vez.
 
Quando se fez noite o lobo voltou. Prático ouvi-o a trepar pelo algeroz para subir até ao telhado da casa.
 
Enquanto se metia pela chaminé, o lobo lambia-se já pensando no jantar à base de porquinho assado. Mas Prático, que tinha uma panela de sopa ao lume, atiçou a chama com toda a lenha que tinha.
 
O lobo já estava a meio caminho quando começou a cheirar a queimado: era a sua cauda que começava a chamuscar! Saiu pela chaminé e desapareceu uivando.

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